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<title>Dissertações</title>
<link>http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/19539</link>
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<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 20:00:37 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-23T20:00:37Z</dc:date>
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<title>Efeitos agudos e crônicos da aplicação do campo eletromagnético pulsado (PEMF) sobre as variáveis hemodinâmicas, cardiovascular e subjetiva de dor em idosos normotensos: um estudo longitudinal, não randomizado e controlado</title>
<link>http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23449</link>
<description>Efeitos agudos e crônicos da aplicação do campo eletromagnético pulsado (PEMF) sobre as variáveis hemodinâmicas, cardiovascular e subjetiva de dor em idosos normotensos: um estudo longitudinal, não randomizado e controlado
Silva, Temistoclis Alaiã Pereira da
Introdução: O campo eletromagnético pulsado (PEMF) tem sido proposto como uma&#13;
estratégia não invasiva e de baixo impacto para promover benefícios fisiológicos em&#13;
populações com limitações funcionais, especialmente idosos sedentários. Contudo,&#13;
seus efeitos adaptativos para hemodinâmica, cardiovascular e sobre a percepção de&#13;
dor ainda não estão esclarecidos. Objetivo: Investigar os efeitos agudos e de 4&#13;
semanas da aplicação do PEMF sobre a pressão arterial sistólica (PAS), pressão&#13;
arterial diastólica (PAD), frequência cardíaca de repouso (FC) e percepção subjetiva&#13;
de dor (Escala Visual Analógica – EVA) em idosos sedentários. Métodos: Foram&#13;
recrutados 70 idosos de ambos os sexos, mas participaram do estudo apenas 50&#13;
idosos. Os participantes foram divididos em dois grupos (PEMF [20 idosos – 71,8±4,2&#13;
anos] e controle [30 idosos – 70,8±6,2 anos]). As variáveis PAS, PAD, FC e EVA foram&#13;
avaliadas em momentos pré e pós uma sessão aguda, e após oito sessões de&#13;
intervenção com PEMF. PEMF foi aplicado por 30 min a 4Hz de frequência pulsátil (4&#13;
seg), 40Hz de frequência tetânica (4 seg) e uma densidade de fluxo progressiva (40-&#13;
45% até 75% de 7500 teslas) ao longo das sessões. Resultados: Na análise aguda,&#13;
observou-se redução significativa da FC (p&lt;0,001; η²ₚ=0,203) e da EVA (p&lt; 0,001;&#13;
η²ₚ=0,214) no grupo PEMF, mas não para a PAS (p=0,355; ηp2=0,016) e a PAD&#13;
(p=0,777; ηp2=0,001). O grupo controle não se alterou. Na análise crônica, a PAS&#13;
(p=0,618; η²ₚ=0,005) e PAD (p=0,593; η²ₚ=0,005) permaneceram estáveis ao longo&#13;
das oito sessões, assim como, a FC (p=0,843; η²ₚ=0,001). No entanto, os escores da&#13;
EVA apresentaram redução significativa ao longo do tempo (p = 0,001; η²ₚ=0,161),&#13;
diferindo entre grupos (p=0,010; η²ₚ=0,115). Conclusão: PEMF foi eficaz em reduzir&#13;
a FC de repouso e os escores de dor em idosos sedentários, imediatamente após&#13;
uma sessão, sem efeitos sobre as variáveis hemodinâmicas. Entretanto,&#13;
cronicamente, apenas a redução sustentada da dor foi observada a partir da quarta&#13;
sessão de intervenção, sem alterações significativas nas variáveis hemodinâmicas e&#13;
cardiovascular. O PEMF pode representar uma alternativa viável para melhora do&#13;
conforto físico em populações com baixa aptidão funcional.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Monitoramento subjetivo em atletas de futebol: variações afetivas, de carga, monotonia e sono ao longo de um ciclo competitivo</title>
<link>http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23448</link>
<description>Monitoramento subjetivo em atletas de futebol: variações afetivas, de carga, monotonia e sono ao longo de um ciclo competitivo
Caldeira, Ismael Viana
Introdução: As exigências físicas e mentais do futebol competitivo, combinadas à alta&#13;
densidade de jogos e sessões de treino, impõem um estresse psicofisiológico&#13;
substancial aos atletas. Nesse contexto, variáveis subjetivas como respostas afetivas,&#13;
percepção de esforço e sono emergem como indicadores importantes, oferecendo&#13;
informações adicionais sobre a prontidão e a recuperação dos jogadores. No entanto,&#13;
poucos estudos analisaram essas variáveis de forma integrada ao longo de períodos&#13;
prolongados de preparação e competição. Objetivos: Investigar os efeitos dos&#13;
treinamentos e jogos de futebol sobre as respostas afetivas (valência afetiva e&#13;
ativação), percepção subjetiva de esforço (PSE) e duração do sono em atletas de&#13;
futebol sub-20. Adicionalmente, avaliar correlações entre respostas afetivas e&#13;
variáveis tradicionais de carga interna (PSE), monotonia, strain e duração de sono&#13;
autorreferida. Métodos: Este estudo observacional foi conduzido com 21 atletas sub-&#13;
20 de uma equipe brasileira de elite durante 11 semanas, abrangendo treinos,&#13;
amistosos e competição oficial. As respostas afetivas foram avaliadas antes e 30&#13;
minutos após cada sessão utilizando a Feeling Scale (FS) e a Felt Arousal Scale&#13;
(FAS). A percepção de esforço (PSE), duração do sono, monotonia e strain foram&#13;
registradas diariamente. ANOVA de dois fatores foi aplicada para FS e FAS, enquanto&#13;
ANOVA de um fator foi utilizada para carga semanal, sono, monotonia e strain. Testes&#13;
de Mann–Whitney (jogo vs. treino) também foram realizados. Foram calculados&#13;
coeficientes de correlação de Pearson entre as variáveis. O nível de significância&#13;
adotado foi p &lt; 0,05. Resultados: Houve efeitos principais significativos da semana e&#13;
do momento (pré/pós) tanto para FS quanto para FAS, com uma diminuição notável&#13;
nas respostas afetivas após as sessões (p &lt; 0,0001). A duração do sono aumentou&#13;
progressivamente a partir da sétima semana (p &lt; 0,05), enquanto carga de treino,&#13;
monotonia e strain oscilaram ao longo das semanas, com reduções significativas no&#13;
final do ciclo. Foram observadas diferenças significativas entre jogos e treinos para&#13;
carga de treino (p = 0,0333) e duração do sono (p &lt; 0,0001), mas não para as escalas&#13;
afetivas. Em nível individual, 71% dos atletas apresentaram redução nas respostas&#13;
afetivas após as sessões. As correlações entre afeto e as demais variáveis foram&#13;
triviais a pequenas (entre r = 0,11 e r = 0,24), com associações ligeiramente mais&#13;
consistentes para sono e PSE. Conclusão: Houve uma redução significativa na FS&#13;
ao longo das semanas. As flutuações na FS acompanharam a carga acumulada e as&#13;
demandas competitivas, com 71% dos atletas demonstrando diminuição nas&#13;
respostas afetivas após as atividades. A monotonia e o strain apresentaram tendência&#13;
de queda ao longo do ciclo competitivo, especialmente nas semanas finais, indicando&#13;
redução da variabilidade do treinamento e da carga acumulada. Essas reduções&#13;
coincidiram com o aumento na duração do sono autorreferido, sugerindo um ajuste&#13;
positivo no balanço entre estresse do treinamento e recuperação. Por fim, a FS&#13;
apresentou correlações fracas com percepção de esforço, monotonia, strain e sono.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Apneia obstrutiva do sono em pacientes com doença renal crônica submetidos à hemodiálise: prevalência e gravidade</title>
<link>http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23447</link>
<description>Apneia obstrutiva do sono em pacientes com doença renal crônica submetidos à hemodiálise: prevalência e gravidade
Mello, Diego A. C. P. G
Introdução: A doença renal crônica (DRC) também conhecida por insuficiência renal crônica&#13;
(IRC) é considerada pela taxa de filtração glomerular (TFG) quando menor que&#13;
60mL/min/1,73m2 associada a uma relação albumina/creatinina maior que 30mg de albumina&#13;
por 1g de creatinina. A IRC é um importante fator gerador de queda da qualidade de vida e&#13;
aumento da morbidade, além de contribuir sobremaneira para a redução da expectativa de&#13;
vida. Atualmente, em todo o mundo estima-se que haja 3,9 milhão de pacientes com IRC em&#13;
terapia de substituição renal. Os pacientes com DRC apresentam uma prevalência&#13;
significantemente maior de comorbidades em relação à população em geral, destacando os&#13;
distúrbios do sono. Os distúrbios respiratórios do sono (DRS) em pacientes com DRC&#13;
aumentam o risco cardiovascular e de mortalidade geral, independente da modalidade de&#13;
terapia de substituição renal e mesmo em pacientes não dialíticos. Objetivos: Verificar a&#13;
prevalência e gravidade dos DRS em pacientes com IRC submetidos à hemodiálise (HD).&#13;
Métodos: Trata-se de um estudo transversal descritivo realizado em um único centro,&#13;
envolvendo pacientes com IRC submetidos à HD. O estudo seguiu as recomendações do The&#13;
Strengthening the Reporting of Observational Studies in Epidemiology (STROBE) Statement:&#13;
guidelines for reporting observational studies. A pesquisa foi conduzida no Serviço de&#13;
Nefrologia (UNEFRO) do Hospital da Santa Casa de Misericórdia de Avaré, (SP), Brasil. Após&#13;
a inclusão do paciente no estudo, foi realizada uma avaliação clínica compreendendo uma&#13;
entrevista e coleta de dados clínicos, sociodemográficos e verificação da circunferência da&#13;
cintura e do pescoço. Após estas avaliações os pacientes realizaram um teste de&#13;
monitoramento cardiorrespiratório durante o sono no domicílio. Todos os sujeitos envolvidos&#13;
neste estudo estavam clinicamente estáveis por pelo menos três meses. Resultados: Da&#13;
amostra analisada apenas dois pacientes não foram diagnosticados com apneia obstrutiva do&#13;
sono, totalizando uma prevalência de 88,88%. Dentre os 18 pacientes envolvidos no estudo,&#13;
apenas dois não apresentaram AOS. Destaca-se qeu 50% (n=9) dos pacientes envolvidos no&#13;
estudo apresentaram um quadro de AOS moderada ou grave. Foram observadas correlações&#13;
positivas e significativas entre variáveis antropométricas, circunferências do pescoço e cintura&#13;
abdominal e o IMC com o IAH, IR e IDO. Conclusão: Com a realização deste estudo, pode-se&#13;
concluir que a prevalência de distúrbios respiratórios do sono em pacientes com DRC&#13;
submetidos a HD é muito alta e a maioria dos pacientes apresentou o IAH moderado a grave.
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>EFEITOS DE UM PROGRAMA DE REABILITAÇÃO PULMONAR AMBULATORIAL NA FUNÇÃO PULMONAR, NA PRESSÃO INSPIRATÓRIA MÁXIMA, NA FORÇA DE PREENSÃO PALMAR, NA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO, NA DISPNEIA E NO STATUS FUNCIONAL DE PACIENTES PÓS-COVID-19: UM ENSAIO CLÍNICO</title>
<link>http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23261</link>
<description>EFEITOS DE UM PROGRAMA DE REABILITAÇÃO PULMONAR AMBULATORIAL NA FUNÇÃO PULMONAR, NA PRESSÃO INSPIRATÓRIA MÁXIMA, NA FORÇA DE PREENSÃO PALMAR, NA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO, NA DISPNEIA E NO STATUS FUNCIONAL DE PACIENTES PÓS-COVID-19: UM ENSAIO CLÍNICO
OLIVEIRA, MIRIÃ CANDIDA
Introdução: A COVID-19 pode causar um défict pulmonar significativo, devido a&#13;
resposta inflamatória intensa nos pulmões causada pelo vírus, que pode levar à&#13;
formação de fibrose e resultar em redução da capacidade respiratória. A&#13;
participação de pacientes pós COVID19 em um programa de reabilitação&#13;
pulmonar (PRP) torna-se essencial para a recuperação da função respiratória e&#13;
da capacidade funcional. Objetivo: Avaliar os efeitos de um PRP ambulatorial&#13;
na função pulmonar, na pressão inspiratória máxima (PIM), na força de preensão&#13;
palmar (FPP), na capacidade de exercício, na dispneia e no status funcional em&#13;
pacientes pós alta hospitalar por complicações da COVID-19. Material e&#13;
métodos: Trata-se de um ensaio clínico, prospectivo, consecutivo que envolveu&#13;
indivíduos com sintomas presentes após a infecção pela COVID-19. Antes e&#13;
após a participação no PRP ambulatorial foi realizado uma avaliação clínica, da&#13;
função pulmonar através da espirometria, da PIM através do POWERbreathe,&#13;
da FPP através do dinamômetro, da capacidade de exercício através do teste de&#13;
caminhada de 6 minutos (TC6’), da sensação de dispneia durante as atividades&#13;
de vida diária através da escala de dispneia do Medical Research Council (MRC)&#13;
e do status funcional através da escala de estado funcional pós-COVID-19&#13;
(PCFS). O PRP Ambulatorial foi composto por treino cardiorrespiratório em&#13;
esteira ou bicicleta ergométrica e fortalecimento muscular, com duração de seis&#13;
semanas, três vezes por semana. Resultados: Foram incluídos neste estudo,&#13;
54 pacientes estratificados em dois grupos, 29 pacientes no grupo enfermaria&#13;
(GENF) e 25 pacientes no grupo Unidade de Terapia Intensiva (GUTI). Os&#13;
valores referentes à função pulmonar, a PIM, da FPP, do TC6’, das escalas MRC&#13;
dispneia e PCFS apresentaram melhora significativa entre os pacientes pré e&#13;
pós PRP ambulatorial, tanto do GENF quanto no GUTI. Conclusão: Foi&#13;
observado que um PRP ambulatorial de seis semanas melhorou a função&#13;
pulmonar, a PIM, a FPP e a capacidade de exercício; além disso, reduziu a&#13;
sensação de dispneia e as limitações funcionais durante as AVD’s em pacientes&#13;
pós-COVID-19.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23261</guid>
<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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