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<title>Trabalhos de Conclusão de Curso - TCC's</title>
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<dc:date>2026-04-03T18:30:34Z</dc:date>
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<title>Automedicação com psicofármacos em alunos de cursinhos preparatórios para o ENEM  em Goiânia-GO</title>
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<description>Automedicação com psicofármacos em alunos de cursinhos preparatórios para o ENEM  em Goiânia-GO
Morais, Maria Eduarda Campos Romano Palhares; Costa, Arthur Damaceno Camargo; Dirceu, Guilherme Mohn; Mizuno, João Tsuyoshi Telles; Camelo, Lucas Fernando Costa
A automedicação consiste no uso de medicamentos sem prescrição ou acompanhamento profissional, prática que pode trazer diversos riscos à saúde. Este estudo teve como objetivo avaliar a prevalência da automedicação com psicofármacos entre alunos de cursinhos preparatórios para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) em Goiânia-GO. Trata-se de um estudo transversal descritivo, com aplicação de um questionário online a 94 estudantes de um cursinho privado (nos formatos presencial e online). Os dados mostraram que 51,1% (48/94) dos alunos relataram o uso de psicofármacos sem prescrição médica. As classes mais utilizadas foram os ansiolíticos com 52,2% (36/69) e os psicoestimulantes com 39,1% (27/69), sendo a ansiedade a condição mais frequentemente relatada. A maioria dos participantes, representado por 73,4% (69/94) pretendia ingressar no curso de Medicina. Constatou-se que, apesar de 73,4% (69/94) dos estudantes afirmarem ter conhecimento sobre os riscos da automedicação, o uso indiscriminado persiste em 51,1% (48/94) dos estudantes. Os principais efeitos colaterais relatados foram taquicardia em 14,9% (14/94), além de náuseas e perda de apetite. Conclui-se que a automedicação com psicofármacos é um problema preocupante entre estudantes pré-universitários, revelando a necessidade de ações educativas e políticas públicas voltadas à promoção do uso racional de medicamentos para esse público-alvo.
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<dc:date>2025-12-11T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Caracterização das notificações de eventos adversos da antibioticoterapia na pediatria  no Brasil entre os anos de 2018 a 2025: um estudo ecológico</title>
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<description>Caracterização das notificações de eventos adversos da antibioticoterapia na pediatria  no Brasil entre os anos de 2018 a 2025: um estudo ecológico
Borges, Sarah Silvestre; Inohona, Laísa Ferreira; Marques, Yasmine Fernandes; Carneiro, Bruna Lopes; Bessa, Marina Ferreira; Leonel, Ana Clara Oliveira
O Sistema de Vigilância Sanitária da Anvisa (VigiMed) é um sistema voltado à notificação de eventos adversos (EAs) relacionados a medicamentos e vacinas, definidos como qualquer ocorrência médica indesejada durante seu uso. Apesar da regulamentação, há desafios na notificação, gerando subnotificação. O sistema busca registrar e sistematizar dados sobre riscos sanitários no Brasil. Sua análise no contexto pediátrico é fundamental, pois crianças e adolescentes são mais suscetíveis a Reações Adversas a Medicamentos (RAMs), que podem causar sérios danos à saúde. Por isso, são necessários estudos aprofundados que garantam maior segurança no uso de medicamentos nessa população vulnerável. O objetivo do trabalho é descrever a ocorrência e as características dos EAs em pediatria notificados ao VigiMed no Brasil no período de 2018 a 2025. Trata-se de um estudo quantitativo ecológico, onde foram avaliados os dados coletados através do VigiMed. A análise dos eventos adversos a antibióticos em pacientes pediátricos revelou influência significativa da faixa etária na frequência e tipo de reações, especialmente com vancomicina, ceftriaxona e meropenem. Os eventos adversos mais notificados associados a vancomicina foram prurido e erupção cutânea, na faixa etária de 1-11 anos com 29% e 25%. Na ceftriaxona o prurido foi mais comum entre adolescentes (35%), enquanto em menores de 1 ano destacaram-se prurido (25%), eritema (17%) e diarreia (14%). Já com o meropenem a erupção cutânea foi mais notificada que o prurido, predominando na faixa etária de 1-11 anos com 34% e 29%. A oxacilina no grupo menor que 1 ano, a diarreia foi a manifestação mais frequente (28%), já entre 1-11 tem-se a erupção cutânea (34%) e de 12 a 17 anos, a foi a diarreia (20%). A análise evidenciou reações adversas variáveis por idade, com destaque para manifestações cutâneas e gastrointestinais, reforçando a importância da farmacovigilância e do uso racional de antibióticos na pediatria.
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<dc:date>2025-12-11T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Associação da percepção subjetiva de estresse, ansiedade e depressão com o uso de  cigarro eletrônico por universitários do curso de medicina</title>
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<description>Associação da percepção subjetiva de estresse, ansiedade e depressão com o uso de  cigarro eletrônico por universitários do curso de medicina
Silva, Isabela Pinheiro Rocha da; Ferraz, Louriane Lemos; Oliveira, Susan Kelly Fiuza de Souza
Durante a transição da adolescência para a vida adulta jovem, especialmente durante a formação acadêmica, os estudantes enfrentam desafios como a adaptação a uma nova rotina, a independência familiar, a carga intensa de estudos e a interação social, o que pode afetar sua saúde mental com sintomas como estresse, ansiedade e depressão. Essas dificuldades podem levar os estudantes a buscar estratégias como o uso de substâncias e a interação social para lidar com essas condições psicológicas. Nesse contexto, há uma maior propensão ao uso de tabaco e cigarros eletrônicos entre os jovens universitários, sendo este último considerado uma epidemia devido à sua percepção equivocada de inofensividade, especialmente entre os mais jovens. O ambiente de alta exigência, como o curso de medicina, contribui para a vulnerabilidade dos estudantes a esses problemas de saúde mental e ao uso dessas substâncias. Com objetivo de associar a percepção subjetiva de estresse, ansiedade, depressão com o uso de cigarros eletrônicos, este estudo observacional, transversal e descritivo foi realizado, utilizando a Escala de Depressão, Ansiedade e Estresse (DASS-21) para avaliar os sintomas psicológicos e correlacionar ao uso dessas substâncias. O estudo resultou em altos níveis de estresse, ansiedade e depressão entre estudantes de medicina. Embora não haja associação estatística significativa com o uso de cigarro eletrônico, a gravidade dos casos nesses usuários sugere uma possível correlação preocupante. O ambiente universitário se mostra um fator de risco a esses transtornos, exigindo ações urgentes de apoio à saúde mental e prevenção ao uso dessas substâncias.
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<dc:date>2025-12-11T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Análise das principais urgências e emergências pediátricas no brasil entre 2020 e 2023</title>
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<description>Análise das principais urgências e emergências pediátricas no brasil entre 2020 e 2023
Filho, Humberto Renato de Oliveira; Oliveira, Amanda Amaral; Valadão, Luiza Werneck Said; Melo, Ana Paula Cardoso de
A distinção entre urgência e emergência é essencial para direcionar o atendimento adequado: urgência exige intervenção rápida e emergência demanda ação imediata diante do risco de morte. No contexto pediátrico brasileiro, entre 2020 e 2023, observou-se alta incidência de emergências clínicas e traumáticas, refletindo uma transição epidemiológica de doenças infecciosas para causas associadas a acidentes, violência e desigualdades socioeconômicas. O estudo, de caráter ecológico, utilizou dados do DATASUS para analisar causas, distribuições geográficas e etárias das ocorrências. As emergências traumáticas mais predominantes foram quedas — mais frequentes no Sudeste — e queimaduras, com maior incidência no Nordeste e Sudeste, principalmente em crianças de 1 a 4 anos. Já as emergências clínicas foram mais numerosas, destacando-se problemas respiratórios e gastrointestinais, com aumento expressivo dos casos respiratórios durante a pandemia de COVID-19. As emergências neurológicas e arboviroses também apresentaram relevância, sobretudo no Nordeste. A desigualdade de acesso aos serviços de urgência e a insuficiente capacitação profissional agravam o quadro, especialmente em regiões menos desenvolvidas no âmbito socioeconômico. As emergências clínicas superaram as traumáticas entre 2020 e 2023, com predominância dos casos respiratórios. Os achados ressaltam a necessidade de protocolos padronizados, melhoria na capacitação dos profissionais e fortalecimento da Rede de Atenção às Urgências e Emergências, visando reduzir desigualdades e aprimorar os desfechos pediátricos no Brasil.
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<dc:date>2025-12-11T00:00:00Z</dc:date>
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