<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rdf:RDF xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<channel rdf:about="http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/2">
<title>Universidade Evangélica de Goiás</title>
<link>http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/2</link>
<description>Universidade Evangélica de Goiás</description>
<items>
<rdf:Seq>
<rdf:li rdf:resource="http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23684"/>
<rdf:li rdf:resource="http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23683"/>
<rdf:li rdf:resource="http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23682"/>
<rdf:li rdf:resource="http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23681"/>
</rdf:Seq>
</items>
<dc:date>2026-05-13T19:27:19Z</dc:date>
</channel>
<item rdf:about="http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23684">
<title>A CORRELAÇÃO ENTRE EXERCÍCIO FÍSICO DO TIPO CORRIDA E A APRENDIZAGEM ACADÊMICA EM CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA</title>
<link>http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23684</link>
<description>A CORRELAÇÃO ENTRE EXERCÍCIO FÍSICO DO TIPO CORRIDA E A APRENDIZAGEM ACADÊMICA EM CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
Assis, Rubena Barros de.
Introdução: Crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA)&#13;
apresentam alterações neurológicas importantes no hipocampo e córtex pré-frontal,&#13;
afetando a aprendizagem acadêmica, memória, funções executivas e comportamentos&#13;
adaptativos. No entanto, há estudos primários na literatura que reportam melhora nessas&#13;
questões após exercício físico (EF). Objetivos: Analisar, por meio de uma revisão&#13;
sistemática da literatura, os efeitos da prática de EF aeróbico do tipo corrida na&#13;
aprendizagem acadêmica e no desenvolvimento cognitivo, socioemocional e adaptativo&#13;
de crianças com TEA. Metodologia: O protocolo desta revisão foi previamente registrado&#13;
na base PROSPERO sob número CRD420251052205. Foi realizada uma busca&#13;
eletrônica em abril de 2025 em sete bases principais (Cochrane Library, Embase,&#13;
LILACS, MedLine via PubMed, SciELO, Scopus e Web of Science) e duas da literatura&#13;
cinzenta (Google Scholar e OATD), atualizada até agosto de 2025. Foram incluídos&#13;
estudos experimentais com crianças diagnosticadas com TEA, que praticaram EF do tipo&#13;
corrida e foram avaliadas em relação ao desempenho acadêmico, funções executivas,&#13;
neuroimagem e comportamentos adaptativos pós-exercício, sem restrição de idioma ou&#13;
ano de publicação. Dois revisores independentes realizaram todas as etapas de seleção&#13;
dos estudos e coleta de dados. Um terceiro revisor resolveu eventuais conflitos.&#13;
Resultados: Foram identificados 11.410 registros, dos quais oito estudos eram elegíveis.&#13;
Eles foram publicados entre 1982 e 2021, com um total de 77 participantes, sendo&#13;
maioria do sexo masculino. Quatro estudos avaliaram o desempenho acadêmico e&#13;
tiveram resultados positivos. Um estudo avaliou funções executivas e não encontrou&#13;
diferenças. Seis estudos avaliaram comportamentos adaptativos, sendo que cinco&#13;
encontraram melhora significativa. Um estudo relatou que as melhoras comportamentais&#13;
se mantiveram por aproximadamente 90 minutos após a corrida. Outro estudo descreveu&#13;
uma relação específica entre o tipo de EF e comportamentos, sendo que a corrida&#13;
melhorou a estereotipia de balançar o corpo, já a atividade de quicar a bola melhorou&#13;
agitar as mãos. Foram identificados vieses nos métodos experimentais dos estudos.&#13;
Apenas três estudos apresentaram boa qualidade metodológica. Conclusão: Com base&#13;
em evidências limitadas, o EF aeróbico do tipo corrida pode influenciar positivamente o&#13;
desenvolvimento cognitivo, socioemocional e adaptativo de crianças com TEA,&#13;
particularmente com relação aos fatores comportamentais.
</description>
<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23683">
<title>Deslocamento ativo: uma estratégia para a promoção da saúde</title>
<link>http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23683</link>
<description>Deslocamento ativo: uma estratégia para a promoção da saúde
Zamora, Gabriela Alejandra Tapia.
Esta dissertação analisa o deslocamento ativo a pé ou de bicicleta como estratégia de&#13;
promoção da saúde em crianças e adolescentes no deslocamento para a escola,&#13;
estruturando-se em dois estudos complementares sob o modelo escandinavo. O&#13;
objetivo geral foi avaliar os impactos dessa prática nos níveis de atividade física,&#13;
indicadores de saúde e bem-estar do público escolar. O Estudo 1 consistiu em uma&#13;
revisão sistemática da literatura (2016-2025) nas bases PubMed, seguindo as&#13;
diretrizes PRISMA. Os resultados de 13 estudos incluídos indicam que o transporte&#13;
ativo está consistentemente associado a maiores níveis de atividade física moderada&#13;
a vigorosa (AFMV) e melhorias na aptidão cardiorrespiratória. Identificou-se que a&#13;
adoção dessa prática é multicausal, influenciada por fatores individuais (autoeficácia),&#13;
familiares (percepção de segurança dos pais) e ambientais (distância casa-escola e&#13;
infraestrutura urbana). O Estudo 2 configurou-se como um estudo piloto observacional&#13;
com 20 adolescentes (14-17 anos) em Anápolis-GO. Os participantes foram divididos&#13;
entre o Grupo de Modais Ativos (GMA) e o Grupo de Modais Não Ativos (GMnA).&#13;
Embora não tenham sido observadas diferenças estatisticamente significativas na&#13;
composição corporal (IMC e gordura), o grupo ativo apresentou uma tendência a&#13;
valores menores. O principal achado foi no bem-estar subjetivo: o grupo GMA&#13;
apresentou níveis significativamente maiores de afeto positivo e satisfação com a vida,&#13;
além de menor afeto negativo em comparação ao grupo passivo. Conclui-se que o&#13;
deslocamento ativo é uma ferramenta eficaz para combater o sedentarismo e&#13;
promover a saúde mental. Contudo, sua consolidação como hábito depende de&#13;
intervenções intersetoriais que garantam rotas seguras e infraestrutura adequada,&#13;
superando a barreira da distância e a insegurança parental.
</description>
<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23682">
<title>INDICADORES DE SAÚDE RELACIONADOS À MOBILIDADE URBANA: UM ESTUDO TRANSVERSAL EM COLABORADORES DE UMA EMPRESA DE ANÁPOLIS</title>
<link>http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23682</link>
<description>INDICADORES DE SAÚDE RELACIONADOS À MOBILIDADE URBANA: UM ESTUDO TRANSVERSAL EM COLABORADORES DE UMA EMPRESA DE ANÁPOLIS
Araya, Dima Leonel Lemus.
A pesquisa examina a relação entre a mobilidade ativa, principalmente o uso da&#13;
bicicleta, e diversos indicadores de saúde em trabalhadores de Anápolis (GO), Brasil.&#13;
Parte do aumento do sedentarismo associado ao crescimento do transporte&#13;
motorizado e busca compreender como a ciclomobilidade influencia a composição&#13;
corporal, o nível de atividade física, a qualidade do sono, o bem-estar e os parâmetros&#13;
cardiometabólicos. O estudo pretende evidenciar os benefícios do deslocamento ativo&#13;
e seu potencial para melhorar a saúde em contextos urbanos. Para isso, foram&#13;
utilizadas três abordagens metodológicas: estudo 1 Revisão sistemática estudo 2&#13;
Projeto para abordar a pesquisa. A pesquisa combina uma revisão sistemática recente&#13;
e um estudo aplicado para analisar os efeitos da mobilidade ativa sobre a saúde de&#13;
adultos. A revisão incluiu nove estudos e mostrou que caminhar ou pedalar melhora a&#13;
aptidão cardiorrespiratória, a força, a composição corporal, a pressão arterial, os&#13;
marcadores metabólicos e a tolerância ao esforço, inclusive em pessoas com doenças&#13;
crônicas. Com base nessas descobertas, o estudo em Anápolis busca comparar&#13;
trabalhadores que utilizam transporte ativo e motorizado, avaliando variáveis como&#13;
sono, bem-estar e composição corporal, a fim de subsidiar políticas de mobilidade&#13;
sustentável e promoção da saúde.
</description>
<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23681">
<title>Eficácia comparativa e combinada do exercício fisico e da terapia farmacológica no manejo dos distúrbios do sono no Transtorno do Espectro Autista: revisão sistemática</title>
<link>http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23681</link>
<description>Eficácia comparativa e combinada do exercício fisico e da terapia farmacológica no manejo dos distúrbios do sono no Transtorno do Espectro Autista: revisão sistemática
Carvalho, Edilson de Souza.
Introdução: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é frequentemente&#13;
acompanhado por distúrbios do sono, que agravam sintomas comportamentais&#13;
e reduzem a qualidade de vida. Embora a terapia farmacológica seja comum,&#13;
intervenções não farmacológicas, como o exercício físico, têm ganhado&#13;
destaque. Objetivo: Analisar a eficácia comparativa e combinada do exercício&#13;
físico e da terapia farmacológica no manejo dos distúrbios do sono em&#13;
indivíduos com TEA. Metodologia: Trata-se de uma revisão sistemática&#13;
baseada nas diretrizes PRISMA. Foram consultadas as bases de dados&#13;
PubMed, Scopus e Web of Science, incluindo ensaios clínicos que avaliaram o&#13;
impacto do exercício e/ou fármacos (especialmente melatonina) na qualidade&#13;
do sono no TEA. Resultados: Foram selecionados 5 estudos que atenderam&#13;
aos critérios de elegibilidade. Os resultados indicam que tanto o exercício físico&#13;
quanto a melatonina são eficazes na redução da latência do sono e no aumento&#13;
da duração total do repouso. No entanto, o exercício físico apresentou&#13;
benefícios adicionais em funções executivas e comportamento diurno,&#13;
enquanto a terapia farmacológica demonstrou efeitos mais imediatos na&#13;
regulação do ciclo circadiano. Conclusão: Ambas as intervenções são eficazes,&#13;
mas a combinação de exercício físico e terapia farmacológica parece oferecer&#13;
uma abordagem mais abrangente para o manejo do sono e dos sintomas&#13;
secundários no TEA.
</description>
<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</rdf:RDF>
