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<title>História</title>
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<title>ENTIDADES FILANTRÓPICAS: UM ESTUDO DE CASO DAS ENTIDADES FILANTRÓPICAS DE RUBIATABA</title>
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<name>COSTA, Célia Regina da Silva</name>
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<updated>2026-07-09T23:18:53Z</updated>
<published>2009-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">ENTIDADES FILANTRÓPICAS: UM ESTUDO DE CASO DAS ENTIDADES FILANTRÓPICAS DE RUBIATABA
COSTA, Célia Regina da Silva
A atual realidade expõe muitas situações ao ser humano, como por exemplo, falta de emprego, falta de moradia, falta de oportunidades que possam levá-lo a conseguir sobreviver sem passar por tantas dificuldades.São muitos os órgãos e entidades que se unem como o mesmo propósito, ou seja, tentar minimizar as dificuldades das pessoas carentes que necessitam de ajuda, e esta ajuda não é somente no que diz respeito à moradia e alimentação, mas também de uma palavra de conforto de segurança.Estou admitindo que, como a fome e a desnutrição falta de moradia, o analfabetismo, as doenças, o alto índice de mortalidade infantil e a baixa expectativa de vida, a pobreza absoluta é uma coisa ruim. E também sou da opinião de que os ricos têm o poder de diminuir a pobreza absoluta, o que podem fazer sem ter de sacrificar qualquer coisa de importância moral comparável... Temos uma obrigação de ajudar os que se encontram na miséria absoluta, uma obrigação não menos forte do que a que nos leva a impedir que uma criança se afogue num lago. Não ajudar seria errado, seja ou não intrinsecamente equivalente a matar. Ajudar não é, como se costuma pensar, um ato caridoso, digno de ser praticado, mas do qual não é errado eximir-se; é uma coisa que deve ser feita por todos. (Peter Singer, ano, p. ).
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<title>MEMÓRIA E PATRIMÔNIO MATERIAL EM PILAR DE GOIÁS</title>
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<name>MOREIRA, Reila Gonçalves</name>
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<published>2009-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">MEMÓRIA E PATRIMÔNIO MATERIAL EM PILAR DE GOIÁS
MOREIRA, Reila Gonçalves
Essa pesquisa analisou a importância dos patrimônios históricos de Pilar de Goiás que foram construídos no século XVIII, como: casarões, igrejas, cadeia, sinos, praças, destacando a escravidão e a importância dos quilombos para o surgimento dos arraiais. Analisamos também como foi o surgimento da cidade de Pilar de Goiás, fazendo um breve relato da história do Brasil, sobretudo do nosso Estado. Foram observados os vestígios deixados na história de Pilar, revelando o quanto se tem para valorizar e assim chamar a atenção dos turistas como também da própria população, salientando sobre a importância de se preservar a história do surgimento da cidade e do seu passado. O fato é que, para se ter a preservação do patrimônio, tem que haver uma valorização da memória local.
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<title>MEMÓRIA E PATRIMÔNIO MATERIAL EM PILAR DE GOIÁS</title>
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<name>ROCHA, Danila Luiza da</name>
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<updated>2026-07-09T23:17:11Z</updated>
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<summary type="text">MEMÓRIA E PATRIMÔNIO MATERIAL EM PILAR DE GOIÁS
ROCHA, Danila Luiza da
Essa pesquisa analisou a importância dos patrimônios históricos de Pilar de Goiás que foram construídos no século XVIII, como: casarões, igrejas, cadeia, sinos, praças, destacando a escravidão e a importância dos quilombos para o surgimento dos arraiais. Analisamos também como foi o surgimento da cidade de Pilar de Goiás, fazendo um breve relato da história do Brasil, sobretudo do nosso Estado. Foram observados os vestígios deixados na história de Pilar, revelando o quanto se tem para valorizar e assim chamar a atenção dos turistas como também da própria população, salientando sobre a importância de se preservar a história do surgimento da cidade e do seu passado. O fato é que, para se ter a preservação do patrimônio, tem que haver uma valorização da memória local.
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<title>ENTIDADES FILANTRÓPICAS: UM ESTUDO DE CASO DAS ENTIDADES FILANTRÓPICAS DE RUBIATABA</title>
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<name>OLIVEIRA, Selma Cândida da Mata</name>
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<updated>2026-07-09T23:06:57Z</updated>
<published>2009-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">ENTIDADES FILANTRÓPICAS: UM ESTUDO DE CASO DAS ENTIDADES FILANTRÓPICAS DE RUBIATABA
OLIVEIRA, Selma Cândida da Mata
A atual realidade expõe muitas situações ao ser humano, como por exemplo, falta de emprego, falta de moradia, falta de oportunidades que possam levá-lo a conseguir sobreviver sem passar por tantas dificuldades.São muitos os órgãos e entidades que se unem como o mesmo propósito, ou seja, tentar minimizar as dificuldades das pessoas carentes que necessitam de ajuda, e esta ajuda não é somente no que diz respeito à moradia e alimentação, mas também de uma palavra de conforto de segurança.Estou admitindo que, como a fome e a desnutrição falta de moradia, o analfabetismo, as doenças, o alto índice de mortalidade infantil e a baixa expectativa de vida, a pobreza absoluta é uma coisa ruim. E também sou da opinião de que os ricos têm o poder de diminuir a pobreza absoluta, o que podem fazer sem ter de sacrificar qualquer coisa de importância moral comparável... Temos uma obrigação de ajudar os que se encontram na miséria absoluta, uma obrigação não menos forte do que a que nos leva a impedir que uma criança se afogue num lago. Não ajudar seria errado, seja ou não intrinsecamente equivalente a matar. Ajudar não é, como se costuma pensar, um ato caridoso, digno de ser praticado, mas do qual não é errado eximir-se; é uma coisa que deve ser feita por todos. (Peter Singer, ano, p. ).
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