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<title>PPGMHR</title>
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<updated>2026-05-12T16:21:48Z</updated>
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<title>MONITORAMENTO SUBJETIVO EM ATLETAS DE FUTEBOL: VARIAÇÕES AFETIVAS, DE CARGA, MONOTONIA E SONO AO LONGO DE UM CICLO COMPETITIVO</title>
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<name>CALDEIRA, ISMAEL VIANA.</name>
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<updated>2026-05-11T17:51:50Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">MONITORAMENTO SUBJETIVO EM ATLETAS DE FUTEBOL: VARIAÇÕES AFETIVAS, DE CARGA, MONOTONIA E SONO AO LONGO DE UM CICLO COMPETITIVO
CALDEIRA, ISMAEL VIANA.
Introdução: As exigências físicas e mentais do futebol competitivo, combinadas à alta&#13;
densidade de jogos e sessões de treino, impõem um estresse psicofisiológico&#13;
substancial aos atletas. Nesse contexto, variáveis subjetivas como respostas afetivas,&#13;
percepção de esforço e sono emergem como indicadores importantes, oferecendo&#13;
informações adicionais sobre a prontidão e a recuperação dos jogadores. No entanto,&#13;
poucos estudos analisaram essas variáveis de forma integrada ao longo de períodos&#13;
prolongados de preparação e competição. Objetivos: Investigar os efeitos dos&#13;
treinamentos e jogos de futebol sobre as respostas afetivas (valência afetiva e&#13;
ativação), percepção subjetiva de esforço (PSE) e duração do sono em atletas de&#13;
futebol sub-20. Adicionalmente, avaliar correlações entre respostas afetivas e&#13;
variáveis tradicionais de carga interna (PSE), monotonia, strain e duração de sono&#13;
autorreferida. Métodos: Este estudo observacional foi conduzido com 21 atletas sub-&#13;
20 de uma equipe brasileira de elite durante 11 semanas, abrangendo treinos,&#13;
amistosos e competição oficial. As respostas afetivas foram avaliadas antes e 30&#13;
minutos após cada sessão utilizando a Feeling Scale (FS) e a Felt Arousal Scale&#13;
(FAS). A percepção de esforço (PSE), duração do sono, monotonia e strain foram&#13;
registradas diariamente. ANOVA de dois fatores foi aplicada para FS e FAS, enquanto&#13;
ANOVA de um fator foi utilizada para carga semanal, sono, monotonia e strain. Testes&#13;
de Mann–Whitney (jogo vs. treino) também foram realizados. Foram calculados&#13;
coeficientes de correlação de Pearson entre as variáveis. O nível de significância&#13;
adotado foi p &lt; 0,05. Resultados: Houve efeitos principais significativos da semana e&#13;
do momento (pré/pós) tanto para FS quanto para FAS, com uma diminuição notável&#13;
nas respostas afetivas após as sessões (p &lt; 0,0001). A duração do sono aumentou&#13;
progressivamente a partir da sétima semana (p &lt; 0,05), enquanto carga de treino,&#13;
monotonia e strain oscilaram ao longo das semanas, com reduções significativas no&#13;
final do ciclo. Foram observadas diferenças significativas entre jogos e treinos para&#13;
carga de treino (p = 0,0333) e duração do sono (p &lt; 0,0001), mas não para as escalas&#13;
afetivas. Em nível individual, 71% dos atletas apresentaram redução nas respostas&#13;
afetivas após as sessões. As correlações entre afeto e as demais variáveis foram&#13;
triviais a pequenas (entre r = 0,11 e r = 0,24), com associações ligeiramente mais&#13;
consistentes para sono e PSE. Conclusão: Houve uma redução significativa na FS&#13;
ao longo das semanas. As flutuações na FS acompanharam a carga acumulada e as&#13;
demandas competitivas, com 71% dos atletas demonstrando diminuição nas&#13;
respostas afetivas após as atividades. A monotonia e o strain apresentaram tendência&#13;
de queda ao longo do ciclo competitivo, especialmente nas semanas finais, indicando&#13;
redução da variabilidade do treinamento e da carga acumulada. Essas reduções&#13;
coincidiram com o aumento na duração do sono autorreferido, sugerindo um ajuste&#13;
positivo no balanço entre estresse do treinamento e recuperação. Por fim, a FS&#13;
apresentou correlações fracas com percepção de esforço, monotonia, strain e sono.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>APNEIA OBSTRUTIVA DO SONO EM PACIENTES COM DOENÇA RENAL CRÔNICA SUBMETIDOS À HEMODIÁLISE: PREVALÊNCIA E GRAVIDADE</title>
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<name>Mello, Diego A. C. P. G</name>
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<updated>2026-05-11T17:48:42Z</updated>
<published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">APNEIA OBSTRUTIVA DO SONO EM PACIENTES COM DOENÇA RENAL CRÔNICA SUBMETIDOS À HEMODIÁLISE: PREVALÊNCIA E GRAVIDADE
Mello, Diego A. C. P. G
Introdução: A doença renal crônica (DRC) também conhecida por insuficiência renal crônica&#13;
(IRC) é considerada pela taxa de filtração glomerular (TFG) quando menor que&#13;
60mL/min/1,73m2 associada a uma relação albumina/creatinina maior que 30mg de albumina&#13;
por 1g de creatinina. A IRC é um importante fator gerador de queda da qualidade de vida e&#13;
aumento da morbidade, além de contribuir sobremaneira para a redução da expectativa de&#13;
vida. Atualmente, em todo o mundo estima-se que haja 3,9 milhão de pacientes com IRC em&#13;
terapia de substituição renal. Os pacientes com DRC apresentam uma prevalência&#13;
significantemente maior de comorbidades em relação à população em geral, destacando os&#13;
distúrbios do sono. Os distúrbios respiratórios do sono (DRS) em pacientes com DRC&#13;
aumentam o risco cardiovascular e de mortalidade geral, independente da modalidade de&#13;
terapia de substituição renal e mesmo em pacientes não dialíticos. Objetivos: Verificar a&#13;
prevalência e gravidade dos DRS em pacientes com IRC submetidos à hemodiálise (HD).&#13;
Métodos: Trata-se de um estudo transversal descritivo realizado em um único centro,&#13;
envolvendo pacientes com IRC submetidos à HD. O estudo seguiu as recomendações do The&#13;
Strengthening the Reporting of Observational Studies in Epidemiology (STROBE) Statement:&#13;
guidelines for reporting observational studies. A pesquisa foi conduzida no Serviço de&#13;
Nefrologia (UNEFRO) do Hospital da Santa Casa de Misericórdia de Avaré, (SP), Brasil. Após&#13;
a inclusão do paciente no estudo, foi realizada uma avaliação clínica compreendendo uma&#13;
entrevista e coleta de dados clínicos, sociodemográficos e verificação da circunferência da&#13;
cintura e do pescoço. Após estas avaliações os pacientes realizaram um teste de&#13;
monitoramento cardiorrespiratório durante o sono no domicílio. Todos os sujeitos envolvidos&#13;
neste estudo estavam clinicamente estáveis por pelo menos três meses. Resultados: Da&#13;
amostra analisada apenas dois pacientes não foram diagnosticados com apneia obstrutiva do&#13;
sono, totalizando uma prevalência de 88,88%. Dentre os 18 pacientes envolvidos no estudo,&#13;
apenas dois não apresentaram AOS. Destaca-se qeu 50% (n=9) dos pacientes envolvidos no&#13;
estudo apresentaram um quadro de AOS moderada ou grave. Foram observadas correlações&#13;
positivas e significativas entre variáveis antropométricas, circunferências do pescoço e cintura&#13;
abdominal e o IMC com o IAH, IR e IDO. Conclusão: Com a realização deste estudo, pode-se&#13;
concluir que a prevalência de distúrbios respiratórios do sono em pacientes com DRC&#13;
submetidos a HD é muito alta e a maioria dos pacientes apresentou o IAH moderado a grave.
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>DESENVOLVIMENTO DE UM HIDROGEL PARA APLICAÇÕES EM MEDICINA REGENERATIVA E TERAPIA DE REPARO TECIDUAL</title>
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<name>MOURA, RICARDO SILVA.</name>
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<updated>2026-05-11T17:46:07Z</updated>
<published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">DESENVOLVIMENTO DE UM HIDROGEL PARA APLICAÇÕES EM MEDICINA REGENERATIVA E TERAPIA DE REPARO TECIDUAL
MOURA, RICARDO SILVA.
Introdução: As doenças respiratórias constituem um dos principais desafios da&#13;
saúde pública mundial, sendo responsáveis por elevada morbimortalidade e pela&#13;
crescente demanda por transplantes pulmonares, em virtude de danos&#13;
irreversíveis ao tecido pulmonar. A escassez de órgãos viáveis e os riscos&#13;
associados ao uso de imunossupressores impulsionam a busca por alternativas&#13;
na medicina regenerativa e na bioengenharia de tecidos. Paralelamente, o&#13;
aumento da resistência antimicrobiana e os efeitos tóxicos de agentes químicos,&#13;
como agrotóxicos, agravam o quadro clínico global e reforçam a necessidade de&#13;
novas terapias antimicrobianas e materiais biocompatíveis. Objetivo:&#13;
Desenvolver um hidrogel derivado de matriz extracelular descelularizada.&#13;
Metodologia: O estudo baseou-se em três etapas complementares: (i) revisão&#13;
sistemática sobre hidrogéis e matriz extracelular; (ii) desenvolvimento&#13;
experimental realizado nos laboratórios da Universidade Evangélica de Goiás e&#13;
na Universidade de Barcelona, envolvendo a descelularização de pulmões&#13;
suínos; e (iii) análise da literatura sobre métodos de esterilização de scaffolds.&#13;
Resultados e Discussão: Os resultados demonstraram que o processo de&#13;
descelularização foi eficaz, resultando em pulmões livres de material genético&#13;
(17 ± 8 ng/mg, abaixo do limite de 50 ng/mg) e com preservação das estruturas&#13;
da matriz extracelular, incluindo colágeno, elastina e glicosaminoglicanos. A&#13;
solubilização e gelificação da matriz produziram um hidrogel transparente,&#13;
viscoelástico, com alta retenção de água e propriedades mecânicas ajustáveis.&#13;
O biomaterial mostrou-se potencialmente útil como suporte para cultura celular&#13;
tridimensional, regeneração pulmonar e liberação controlada de fármacos. Os&#13;
achados reforçam a necessidade de novos estudos que explorem o uso da&#13;
terapia fotodinâmica como método estéril e não destrutivo para a produção de&#13;
hidrogéis de matriz extracelular, abrindo caminho para aplicações clínicas&#13;
inovadoras que possam reduzir filas de transplante e melhorar os tratamentos&#13;
de doenças respiratórias.&#13;
Conclusão: O desenvolvimento de um hidrogel derivado de pó de pulmão suíno&#13;
descelularizado representa um avanço relevante para a engenharia de tecidos e&#13;
a medicina regenerativa, oferecendo um material biocompatível, biodegradável&#13;
e funcional.
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>TREINAMENTO DE FORÇA COM PRÉ-ATIVAÇÃO MOTORA ANTAGONISTA MELHORA DESFECHOS NEUROMUSCULARES E FUNCIONAIS EM PESSOAS IDOSAS.</title>
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<name>CALIMAN FILHO, FRANCISCO RONALDO.</name>
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<updated>2026-05-11T17:42:34Z</updated>
<published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">TREINAMENTO DE FORÇA COM PRÉ-ATIVAÇÃO MOTORA ANTAGONISTA MELHORA DESFECHOS NEUROMUSCULARES E FUNCIONAIS EM PESSOAS IDOSAS.
CALIMAN FILHO, FRANCISCO RONALDO.
O envelhecimento está associado a alterações neuromusculares, redução da&#13;
capacidade funcional e aumento do risco de quedas, comprometendo a&#13;
autonomia e a qualidade de vida dos idosos. O treinamento de força tem sido&#13;
amplamente recomendado como estratégia não farmacológica para minimizar&#13;
esses efeitos; contudo, ainda existem lacunas quanto à otimização das variáveis&#13;
de treinamento, especialmente no que se refere ao componente neural. Nesse&#13;
contexto, a pré-ativação motora antagonista surge como uma abordagem&#13;
potencial para melhorar a eficiência neuromuscular e o desempenho funcional.&#13;
O presente estudo teve como objetivo investigar os efeitos do treinamento de&#13;
força associado à pré-ativação motora antagonista sobre adaptações&#13;
neuromusculares, funcionais e cardiorrespiratórias em idosos não&#13;
institucionalizados. Trata-se de um estudo observacional prospectivo, com&#13;
delineamento longitudinal de 12 semanas, realizado entre março e outubro de&#13;
2024, com 102 participantes com idade igual ou superior a 60 anos, recrutados&#13;
na comunidade das cidades de Ceres e Rialma, Goiás. Os participantes foram&#13;
organizados em três grupos: treinamento de força convencional (TF1),&#13;
treinamento de força com pré-ativação motora (TF2) e grupo controle. Foram&#13;
avaliadas variáveis de força muscular (1RM e preensão manual), desempenho&#13;
funcional (teste de sentar e levantar, Timed Up and Go e caminhada de seis&#13;
minutos), composição corporal e capacidade cardiorrespiratória (VO₂máx&#13;
estimado). Os dados foram analisados por meio de modelos estatísticos&#13;
apropriados ao delineamento longitudinal, considerando efeitos de grupo, tempo&#13;
e interação. Os resultados demonstraram que ambos os protocolos de&#13;
treinamento promoveram melhorias significativas na força muscular, no&#13;
desempenho funcional e na capacidade cardiorrespiratória. O grupo TF2&#13;
apresentou maior redução do percentual de gordura, maior ganho de força&#13;
dinâmica e melhor desempenho no teste de sentar e levantar, enquanto o grupo&#13;
TF1 apresentou tendência a maiores ganhos na capacidade cardiorrespiratória.&#13;
Observou-se comportamento distinto no teste de mobilidade (TUG), no qual o&#13;
grupo TF2 apresentou piora relativa na agilidade. Conclui-se que o treinamento&#13;
de força é eficaz na promoção de adaptações fisiológicas relevantes em idosos,&#13;
com efeitos sistêmicos sobre diferentes componentes da funcionalidade, e que&#13;
a pré-ativação motora antagonista representa uma estratégia promissora para&#13;
potencializar adaptações neuromusculares e funcionais, embora seus efeitos&#13;
não sejam uniformes entre todos os desfechos.
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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