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http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23986Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Arruda, Jalsi Tacon | - |
| dc.contributor.author | Amaral, Gabryella Costa Sousa do | - |
| dc.contributor.author | Faria, Mariana Ribeiro de | - |
| dc.contributor.author | Arruda, Jalsi Tacon | - |
| dc.date.accessioned | 2026-08-05T17:49:46Z | - |
| dc.date.available | 2026-08-05T17:49:46Z | - |
| dc.date.issued | 2026-06-08 | - |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23986 | - |
| dc.description | https://doi.org/10.54033/cadpedv23n3-042 | pt_BR |
| dc.description.abstract | Introdução: A enxaqueca crônica é uma condição neurológica debilitante, impulsionada pela sensibilização central e hiperatividade do complexo trigeminocervical. A OnabotulinumtoxinA (TxBoA) consolidou-se como um profilático padrão-ouro, porém, a otimização de seu uso exige profunda compreensão neuroanatômica e farmacodinâmica. Objetivo: Sistematizar criticamente os achados literários contemporâneos acerca do uso da TxBoA na enxaqueca crônica, avaliando a eficácia profilática a longo prazo, os preditores anatômicos de resposta e o impacto na redução do consumo de medicações abortivas. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura embasada em buscas nas bases PubMed, SciELO e BVS/LILACS. Foram incluídos artigos originais, revisões e diretrizes publicados entre 2010 e 2025. O processo de seleção seguiu as diretrizes do fluxograma PRISMA. Resultados: A TxBoA atua mediante a clivagem da proteína SNAP-25, inibindo a exocitose periférica de neuropeptídeos nociceptivos (como CGRP). A eficácia cumulativa da intervenção demonstrou reduções sustentadas nos dias de cefaleia e no consumo de triptanos, mitigando o risco de Cefaleia por Uso Excessivo de Medicamentos. A reprodutibilidade dos benefícios depende do rigor miológico na aplicação do protocolo PREEMPT (Pesquisa de Fase III Avaliando a Terapia Profilática para Enxaqueca). Eventos adversos, como ptose ou fraqueza cervical, são transitórios e frequentemente associados à difusão miotática. A individualização anatômica é imperativa, especialmente em pacientes idosos com sarcopenia cervical, enquanto o uso em adolescentes permanece off-label. Conclusão: A TxBoA é altamente eficaz e segura na profilaxia da enxaqueca crônica. A excelência clínica e a mitigação de efeitos adversos exigem do injetor um domínio minucioso da miologia craniofacial e cervical para a adequada modulação da via nociceptiva. | pt_BR |
| dc.subject | Cefaleia por Uso Excessivo de Medicamentos | pt_BR |
| dc.subject | Profilaxia | pt_BR |
| dc.subject | Qualidade de Vida | pt_BR |
| dc.subject | Transtornos de Enxaqueca | pt_BR |
| dc.title | Toxina botulínica tipo A no manejo da enxaqueca crônica: da modulação nociceptiva a eficácia clínica | pt_BR |
| Appears in Collections: | BIOMEDICINA semipresencial - UniEVANGÉLICA | |
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