Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23859
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dc.contributor.advisorLAGO, Lorenzo-
dc.contributor.authorSILVA, Wagner Silvério da-
dc.date.accessioned2026-07-08T19:06:07Z-
dc.date.available2026-07-08T19:06:07Z-
dc.date.issued2004-
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23859-
dc.description.abstractO homem, por vezes, não tem conhecimento aprofundado do que é a autonomia moral no pensamento filosófico. Suas necessidades estão em um mundo sensível. Esquece que a lei moral vem antes de tudo, que cada pessoa nasce dentro desta lei e que, apesar disso, tem a liberdade de usar ou não a razão para escolher o caminho que irá seguir.O homem está sempre procurando o sentido de seu próprio ser. Do ponto de vista psicológico, um momento em que está a procura de seu ser, no sentido de uma grande vontade de aparecer frente à sociedade, é o período da adolescência. Neste momento o jovem coloca a sua existência em dúvida e procura se apoiar nos elementos que estão a sua volta e na necessidade de fazer parte de algum grupo. Esse adolescente, para mostrar a sua maturidade, pode passar a usar drogas e deixar de ser uma pessoa autêntica, pois, para viver passa a depender de algo que está fora dele mesmo e é, de certa forma, superior a ele, causando dependência para sua sobrevivência. Isto é autonomia?pt_BR
dc.subjectAutonomia moralpt_BR
dc.subjectMundo sensívelpt_BR
dc.subjectRazão para escolherpt_BR
dc.titleA AUTONOMIA KANTIANA E A DEPENDÊNCIA QUÍMICApt_BR
Appears in Collections:Filosofia

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