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dc.contributor.advisorRIBEIRO, Sandro Henrique-
dc.contributor.authorGIRÃO, Marcella de Fátima Lacerda-
dc.date.accessioned2026-07-06T16:22:41Z-
dc.date.available2026-07-06T16:22:41Z-
dc.date.issued2005-
dc.identifier.urihttp://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/23773-
dc.description.abstractDesde o berço até o túmulo, desde que se levanta até que se deita, o indivíduo encontra-se cercado por uma interminável rede de signos, um sistema, através dos quais pretende-se conseguir determinados fins. Dizem-no que deve fazer ou não fazer, o que deve recusar ou aceitar.Se o indivíduo não está alerta, pode transformar-se num verdadeiro robô manipulado. O desenvolvimento do rádio, da imprensa e do cinema permite estender enormemente esta influência sobre o homem. As grandes massas repetem a cada semana o que já foi digerido para que elas pudessem acreditar. Com isso, o indivíduo perde a integridade, a espontaneidade, a autonomia. Estes meios de comunicação de massa levam o homem ao condicionamento. Inseridos nessa realidade vigente, Theodor Wiesengrund Adorno (1903-1969), em parceria com outros filósofos contemporâneos, começam a pensar filosoficamente sobre esse assunto.pt_BR
dc.subjectIndústria Culturalpt_BR
dc.subjectIdeologiapt_BR
dc.subjectAlienação.pt_BR
dc.titleINDÚSTRIA CULTURAL E SEUS REFLEXOSpt_BR
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