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  <title>DSpace Community:</title>
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  <updated>2026-09-01T18:27:27Z</updated>
  <dc:date>2026-09-01T18:27:27Z</dc:date>
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    <title>EFEITO DE AGENTES DESINFECTANTES SOBRE BIOFILME FORMADO  EM GUIAS DE CORES DENTÁRIAS</title>
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      <name>Naves, Vitória Alcantara Borges</name>
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    <updated>2026-08-24T13:14:37Z</updated>
    <published>2026-06-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: EFEITO DE AGENTES DESINFECTANTES SOBRE BIOFILME FORMADO  EM GUIAS DE CORES DENTÁRIAS
Authors: Naves, Vitória Alcantara Borges
Abstract: Este estudo avaliou a ação antimicrobiana do álcool etílico a 70%,  hipoclorito de sódio &#xD;
a 1% e ácido peracético a 0,2% sobre Candida albicans, Streptococcus mutans e a &#xD;
mistura desses microrganismos. Foram realizadas três metodologias. No teste de &#xD;
difusão em ágar, placas de Petri com BHIa foram inoculadas com a suspensão &#xD;
microbiana, seguida da colocação de discos de papel com 4 mm de diâmetro &#xD;
embebidos nas substâncias analisadas. No teste de exposição direta, pontas de papel &#xD;
absorventes esterilizadas foram imersas nas suspensões de microrganismos por 5 &#xD;
minutos e posteriormente cobertas com uma das substâncias testadas. Em intervalos &#xD;
de 1, 5 e 10 minutos, pontas de papel absorventes foram retiradas do contato com as &#xD;
substâncias teste, imersas em Letheen Broth e incubadas a 37°C por 48 horas e &#xD;
avaliação do crescimento microbiano pela turbidez do meio de cultura e pela &#xD;
densidade ótica por meio do espectrofotômetro UV. Para a avaliação da ação &#xD;
antimicrobiana sobre biofilme, as guias de cores dentárias foram esterilizadas e &#xD;
posteriormente foi formado biofilme com a mistura das cepas durante o período de 7 &#xD;
dias. As amostras foram distribuídas aleatoriamente e, para cada grupo experimental, &#xD;
as guias foram pulverizadas com a solução analisada por 6 minutos, para posterior &#xD;
limpeza com gaze esterilizada. As amostras foram imersas em 5 mL de Letheen Broth &#xD;
e incubadas por 48 horas a 37°C, seguido de repique e incubação nas mesmas &#xD;
condições e, na sequência, a avaliação do crescimento microbiano. A análise &#xD;
estatística foi realizada com o emprego do software SigmaPlot 12.0TM (Chicago, IL, &#xD;
USA), pelos testes Shapiro-Wilk, ANOVA on Ranks e ANOVA, sendo que estes testes &#xD;
foram seguidos pelo pós-teste de Tukey. Os resultados foram considerados &#xD;
estatisticamente significantes quando a probabilidade foi inferior a 5% (p &lt; 0,05). Nos &#xD;
testes antimicrobianos empregados nesse estudo o ácido peracético a 0,2% &#xD;
apresentou os melhores resultados seguido pelo hipoclorito de sódio a 1%, enquanto &#xD;
o álcool a 70% foi menos efetivo.</summary>
    <dc:date>2026-06-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>L-PRF NAS RECONSTRUÇÕES ÓSSEAS, TECIDUAIS E REABILITAÇÃO UMA REVISÃO DE ESCOPO.</title>
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    <author>
      <name>Santos, Gustavo Alvarenga</name>
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    <updated>2026-08-24T13:11:13Z</updated>
    <published>2026-05-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: L-PRF NAS RECONSTRUÇÕES ÓSSEAS, TECIDUAIS E REABILITAÇÃO UMA REVISÃO DE ESCOPO.
Authors: Santos, Gustavo Alvarenga
Abstract: O plasma rico em fibrina (Platelet-Rich Fibrin – PRF) tem se consolidado &#xD;
como um biomaterial autólogo de destaque na odontologia regenerativa, em &#xD;
função de seu potencial bioativo e de sua ampla aplicabilidade clínica. Obtido &#xD;
por meio da centrifugação do sangue periférico sem a adição de anticoagulantes, &#xD;
o PRF forma uma matriz tridimensional de fibrina rica em plaquetas, leucócitos &#xD;
e fatores de crescimento, capazes de modular processos de cicatrização tecidual &#xD;
e regeneração óssea. Sua utilização tem sido associada à estimulação da &#xD;
angiogênese, à aceleração da reparação tecidual e à melhoria da estabilidade &#xD;
de enxertos ósseos, especialmente em procedimentos de implantodontia e &#xD;
periodontia. Diante da crescente incorporação desse biomaterial na prática &#xD;
clínica, o presente estudo teve como objetivo mapear e sintetizar as evidências &#xD;
científicas disponíveis acerca do uso do plasma rico em fibrina leucocitário (L&#xD;
PRF) em procedimentos regenerativos odontológicos, associações com &#xD;
biomateriais e desfechos clínicos reportados. Trata-se de uma revisão de escopo &#xD;
conduzida pelo checklist PRISMA-ScR. A busca foi realizada no PubMed, com &#xD;
utilização dos descritores "platelet-rich fibrin", “L-PRF” “guided bone &#xD;
regeneration" e "biomaterials". Foram incluídos estudos clínicos, revisões da &#xD;
literatura e laboratoriais, que investigaram a aplicação do L-PRF em contextos &#xD;
regenerativos odontológicos. Os resultados indicam que o L-PRF apresenta &#xD;
potencial relevante na promoção da cicatrização tecidual. Sua ação quanto ao &#xD;
ganho ósseo não possui consenso na literatura. Sua eficácia está condicionada &#xD;
a fatores técnicos e biológicos. Não existem, até o momento, protocolos &#xD;
padronizados para obtenção da L-PRF. Conclui-se que o L-PRF constitui uma &#xD;
alternativa promissora na odontologia regenerativa, sendo necessária a &#xD;
padronização de protocolos e o desenvolvimento de estudos com maior rigor &#xD;
metodológico.</summary>
    <dc:date>2026-05-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>AVALIAÇÃO DE DIFERENTES PROTOCOLOS PARA REMOÇÃO DE RESINA APÓS A DESCOLAGEM DE BRÁQUETES</title>
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      <name>Ferreira, Amanda Batista</name>
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    <updated>2026-07-29T14:29:51Z</updated>
    <published>2026-05-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: AVALIAÇÃO DE DIFERENTES PROTOCOLOS PARA REMOÇÃO DE RESINA APÓS A DESCOLAGEM DE BRÁQUETES
Authors: Ferreira, Amanda Batista
Abstract: Objetivo: Avaliar diferentes protocolos de remoção de resina após a descolagem&#xD;
de bráquetes ortodônticos e seus efeitos sobre o esmalte dentário.&#xD;
Material e métodos: Setenta e duas coroas de dentes bovinos receberam&#xD;
profilaxia. As amostras foram aleatoriamente divididas em 06 grupos&#xD;
experimentais (n=12), foram submetidas a condicionamento com ácido fosfórico&#xD;
37% por 30 segundos e os bráquetes foram cimentados com sistema adesivo.&#xD;
Após 7 dias, os bráquetes foram removidos utilizando o alicate removedor de&#xD;
bráquetes e foi realizada a remoção da resina remanescente de acordo com os&#xD;
seguintes grupos: Grupo 1: Broca Multilaminada em Alta Rotação; Grupo 2:&#xD;
Broca Multilaminada em Baixa Rotação; Grupo 3: Broca Multilaminada em Alta&#xD;
Rotação + Kit de Polimento de Borrachas Abrasiva;Grupo 4: Broca Multilaminada&#xD;
em baixa Rotação + Kit de Polimento de Borrachas Abrasivas; Grupo 5: Broca&#xD;
Multilaminada em Alta Rotação + Disco de Lixa Sof- Lex; Grupo 6: Broca&#xD;
Multilaminada em baixa Rotação + Disco de Lixa Sof- Lex. Após a remoção da&#xD;
resina remanescente e polimento, os corpos de prova foram fotografados&#xD;
empregando-se estereomicroscópio para a avaliação quanto à presença de&#xD;
ranhuras na superfície de esmalte. A análise estatística foi realizada por meio do&#xD;
programa SigmaPlot 12.0™. Foi utilizado o teste de Kruskal-Wallis, seguido pelo&#xD;
teste de Tukey. O nível de significância de 5% (α = 0,05) foi adotado para todos&#xD;
os testes. Resultados: Os grupos que associaram etapas de polimento (Grupos&#xD;
3, 4, 5 e 6) apresentaram maior frequência de superfícies classificadas como&#xD;
“sem riscos” ou com “riscos finos”, quando comparados aos grupos que&#xD;
utilizaram apenas brocas multilaminadas (Grupos 1 e 2). Esses protocolos&#xD;
sugerem que o polimento desempenha papel essencial na redução da&#xD;
rugosidade superficial. Conclusão: A associação de instrumentos rotatórios com&#xD;
sistemas de polimento, especialmente em baixa rotação e com discos abrasivos,&#xD;
deve ser considerada uma abordagem mais segura para a remoção da resina&#xD;
remanescente, uma vez que promove menor dano ao esmalte.</summary>
    <dc:date>2026-05-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>EFEITO DA ATIVAÇÃO ULTRASSÔNICA EM DIFERENTES TÉCNICAS DE CIMENTAÇÃO NA RESISTÊNCIA DE UNIÃO DO PINO DE FIBRA DE VIDRO À DENTINA RADICULAR</title>
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      <name>Siqueira, Patrícia Licélia da Mota.</name>
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    <updated>2026-07-29T13:58:22Z</updated>
    <published>2026-04-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: EFEITO DA ATIVAÇÃO ULTRASSÔNICA EM DIFERENTES TÉCNICAS DE CIMENTAÇÃO NA RESISTÊNCIA DE UNIÃO DO PINO DE FIBRA DE VIDRO À DENTINA RADICULAR
Authors: Siqueira, Patrícia Licélia da Mota.
Abstract: Objetivo: Analisar o efeito da ativação ultrassônica de um cimento resinoso na resistência de união micropush-out de pinos de fibra de vidro à dentina radicular e modo de falha.&#xD;
Material e Método: Foram utilizadas 40 raízes dentárias bovinas. O fator de estudo foi: 1. Tipo de manipulação e inserção do cimento (a: Cimento manipulado manualmente e inserido com lima endodôntica, b: Cimento manipulado manualmente e inserido com Centrix, c: Automix Convencional e d: Automix com Endotip). As variáveis resposta foram: Resistência de união à dentina radicular e modo de falha. Os pinos foram cimentados conforme o protocolo para cada tipo de manipulação e inserção no canal radicular. Os grupos que foram submetidos à agitação ultrassônica, após a inserção do pino dentro do canal radicular, foram ativados por 20 segundos, seguidos da fotopolimerização. Os dados foram analisados por meio de testes não paramétricos (Kruskal-Wallis e Dwass-Steel-Critchlow-Fligner) para comparações intergrupos, e Friedman seguido de Durbin-Conover para comparações intragrupo, com nível de significância de 5%.&#xD;
&#xD;
Resultados: No terço cervical, não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre os grupos (p = 0,524). No terço médio, houve diferença significativa (p = 0,006), sendo que os grupos com sistemas automix (G3 e G4) apresentaram maiores valores de resistência de união em comparação ao grupo com inserção por lima endodôntica (G1), enquanto o grupo Centrix (G2) apresentou comportamento intermediário. No terço apical, não houve diferenças significativas entre os grupos (p = 0,897). A análise intragrupo demonstrou diferenças significativas entre os terços radiculares em todos os grupos, com maiores valores de resistência de união nos terços cervical e médio em comparação ao apical. A falha adesiva entre cimento e dentina foi o tipo mais frequente em todos os grupos de estudo.&#xD;
Conclusão: Os protocolos de inserção do cimento influenciam a resistência de união de forma dependente da região radicular, sendo os sistemas automix mais eficazes no terço médio. Entretanto, técnicas associadas à ativação ultrassônica apresentaram desempenho semelhante nas demais regiões, configurando uma alternativa clinicamente viável.</summary>
    <dc:date>2026-04-01T00:00:00Z</dc:date>
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